A mudança segue a forte pressão pública após os recentes casos de alto perfil na França, marcando uma mudança histórica na forma como a violência sexual é definida e processada.

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A reforma alinha a França com várias nações europeias que adotaram padrões de consentimento do tipo “só sim significa sim”, sinalizando uma mudança continental em direção a um reconhecimento legal mais forte

da autonomia sexual e dos direitos dos sobreviventes.