O consumo foi de 53,1 TWh (Terawatt-hora) para o ano como um todo, 3,2% maior do que o registrado no ano anterior ou 2,3% ajustado pelos efeitos da temperatura e do número de dias úteis, de acordo com a Aneel.

A produção renovável foi de 37 TWh, um novo recorde histórico, correspondente a 68% do consumo, “em linha com os 70% registrados no ano anterior, mesmo considerando as restrições técnicas impostas à produção de eletricidade para salvaguardar a segurança do fornecimento do SEN no período imediatamente após o apagão de 28 de abril”.

Renovável ou não renovável?

Analisando os diferentes tipos de energia renovável, a produção hidrelétrica representou 27% do consumo nacional, a eólica 25%, a solar 11% e a biomassa 5%.

A produção não renovável foi “quase inteiramente de gás natural” e totalizou 7,9 TWh, 54% a mais que no ano anterior, que “havia registrado um valor particularmente baixo, representando 15% do consumo nacional”.

A produção de gás natural tem sido menos significativa “devido à crescente disponibilidade de energia renovável e ao recurso às importações de Espanha”, aponta a REN.