Com uma dedicação ao seu ofício que é realmente surpreendente, até mesmo dirigindo 4 filmes após seu centésimo aniversário!

Certa vez, ele disse em uma entrevista: “Não tenho medo da morte, tenho medo de parar de trabalhar. Quando eu paro, estou morto.” Que bela mentalidade artística.

Falecendo em 2015, ele deixa um rico legado que moldou o cinema português. Seus filmes geralmente incorporam temas profundamente filosóficos e a mitologia portuguesa.

Nascido no Porto, vários filmes dele também são focados na cidade e na comunidade que vive lá.

Para aqueles leitores que estão curiosos para saber mais, talvez passem esses dias de inverno assistindo a um filme clássico dele. “Voyage au début du monde”, que se traduz em A viagem ao começo do

mundo.

Você já mergulhou no que o cinema português transmite?