“A taxa de desemprego foi estimada em 5,3%, valor 0,8 pontos percentuais menor do que no trimestre anterior e 0,6 pontos percentuais abaixo do mesmo trimestre do ano anterior, marcando o nível mais baixo desde o início da série em 2011”, informou o INE.

Entre abril e junho, a população empregada (5.399,8 mil pessoas) aumentou 1,9% (99,0 mil) em relação ao trimestre anterior e 2,9% (151,5 mil) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, atingindo seu maior nível desde o primeiro trimestre de 2011.

Enquanto isso, a população desempregada, estimada em 300,8 mil pessoas, caiu 13,1% (45,5 mil) em relação ao trimestre anterior e 8,7% (28,7 mil) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

A variação homóloga da população desempregada foi impulsionada principalmente por reduções entre mulheres (18,0 mil; 10,0%); pessoas de 25 a 34 anos (17,3 mil; 19,1%); aqueles com nível máximo de escolaridade do terceiro ciclo da educação básica (21,0 mil; 17,3%); aqueles que procuram um novo emprego (31,2 mil; 10,9%); e aqueles desempregados há menos de 12 meses (14,7 mil; 7,2%) ou por 12 meses ou mais (14,0 mil; 11,1%). A taxa de desemprego juvenil (dos 16 aos 24 anos) foi estimada em 18,3%, uma diminuição de 0,8 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior e um aumento de 0,2 pontos percentuais em relação ao mesmo trimestre do ano anterior

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No segundo trimestre, a subutilização da mão de obra afetou 525,8 mil pessoas, uma queda de 10,6% (62,2 mil) em relação ao trimestre anterior e 8,2% (47,3 mil) abaixo do valor do mesmo período do ano anterior.

A taxa de subutilização da mão de obra, estimada em 9,1%, caiu 1,1 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior e 1,0 ponto percentual em relação ao ano anterior; ambos os indicadores atingiram seus níveis mais baixos desde 2011.

No trimestre em análise, a população inativa com 16 anos ou mais (3.712,1 mil) diminuiu 0,7% (26,7 mil) em relação ao trimestre anterior e 1,1% (40,9 mil) em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.