Os resultados abrangem mais de 1 900 locais de estudo e comparam cinco anos antes da proibição com o período pós-proibição de 2019 a 2022. Os especialistas consideram que se trata de um marco importante para a política de conservação da UE, mas afirmam que o efeito é modesto e requer uma monitorização a longo prazo.

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Apesar do aumento, os investigadores afirmam que a recuperação total levará décadas, uma vez que os neonicotinóides persistem nos solos, enquanto outros factores, como a perda de habitat, também afectam as populações de aves. Os especialistas apelam a reformas ambientais mais amplas para continuar.