As opções nacionais são limitadas, uma vez que as diretrizes actuais apenas permitem procedimentos de doação para casais casados. Com a tecnologia médica a avançar mais rapidamente do que a política, a procura de tratamento no estrangeiro oferece uma via prática. Isso reflete escolhas pessoais dentro do contexto mais amplo do Japão de baixa fertilidade e mudanças nas normas familiares.
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Embora as diretrizes oficiais do Japão só permitam a inseminação com doadores para casais casados, algumas clínicas aceitam discretamente mulheres solteiras que usam bancos de esperma no exterior.







