Dados preliminares do Instituto Nacional de Estatística(INE) indicam que o poder de compra em Portugal aumentou 1,3 pontos percentuais entre 2023 e 2024, para 82,4% da média europeia, mantendo a 15.ª posição do país entre os 20 países da zona euro e a 18.ª na União Europeia.
O Instituto Nacional de Estatística (INE) português considera a Despesa de Consumo Individual (DCI) per capita como "um indicador mais adequado para refletir o bem-estar das famílias", que atingiu 85,7% da média da União Europeia em 2024, mais 0,2 pontos percentuais do que no ano anterior.
"Estes dados são muito positivos. Mostram que ainda estamos longe da média europeia, mas que, em 2024, Portugal progrediu nesse sentido", defende o ministro da Economia e da Coesão Territorial, em comunicado hoje divulgado.
Castro Almeida sublinha que o principal objetivo do Governo "é aumentar o rendimento dos portugueses e criar melhores condições de vida para as famílias", pelo que "continuará a adotar as medidas necessárias para que Portugal possa seguir uma trajetória em direção à média da União Europeia".
Numa análise por regiões, os dados do INE indicam que o Produto Interno Bruto (PIB) per capita em paridades de poder de compra para a Grande Lisboa é o único que ultrapassa a média da União Europeia, atingindo 128,9%.
No entanto, "as restantes regiões registaram aumentos, aproximando-se da média da União Europeia, com exceção do Alentejo, que manteve o índice de 2023", destaca o executivo.
Notando que "82,4% é a média nacional", o ministro da Economia e da Coesão Territorial reconhece que "persistem grandes desigualdades no interior do país": "Enquanto a Grande Lisboa tem um PIB per capita superior à média europeia (128,9%), a sub-região do Tâmega e Sousa manteve-se a 53,1% da média", especificou.







