Em declarações no Funchal, o líder do PSD/CDS-PP disse que a proposta irá ao parlamento para expor as posições políticas, sublinhando que os interesses regionais se sobrepõem aos laços partidários, apesar de partilharem a mesma filiação no Governo nacional.
O diferendo centra-se numa portaria de janeiro que exige a inexistência de dívidas fiscais ou à Segurança Social para o acesso ao subsídio, criticada pela Madeira como discriminatória, defendida pelo primeiro-ministro, e que contrasta com os plafonds e as regras de pagamento antecipado aplicadas na Região e nos Açores.








