«Com estes três cursos em Gouveia, a UPG envia um sinal claro do seu empenho na divulgação e transferência de conhecimento, bem como na valorização económica e social dos recursos humanos da região», afirmou Joaquim Brigas, Reitor da Universidade Politécnica da Guarda.
Os cursos de Enogastronomia, Gerontologia e Riscos de Proteção Civil têm início previsto para o ano letivo de 2026–27 e serão ministrados pela UPG no Instituto de Gouveia – Escola Profissional, com o apoio da autarquia local.
Na quarta-feira, às 16h30, as três entidades assinarão um acordo de colaboração tripartido no campus da Escola de São Julião do Instituto de Gouveia.
«Uma das missões mais importantes da Universidade Politécnica da Guarda é contribuir para o desenvolvimento sustentável da sociedade na sua esfera de influência, através da formação de profissionais qualificados para todas as áreas — tais como o setor empresarial, o setor social e a administração local», acrescentou o reitor, citado num comunicado de imprensa enviado à agência noticiosa Lusa.
Para o município de Gouveia, no distrito da Guarda, a criação destes três novos cursos na cidade reforça «a oferta de ensino superior e a qualificação dos recursos humanos em áreas estratégicas para o desenvolvimento do território».
«Para além do ensino, da investigação e da geração de conhecimento nas suas escolas, a UPG estará cada vez mais disponível para apoiar a inovação empresarial, colaborar com os municípios, proporcionar formação profissional ao longo da vida e ajudar a dar resposta aos desafios sociais da região», acrescentou Joaquim Brigas.
A UPG — anteriormente Politécnico da Guarda — já oferece CTeSP (Cursos Técnicos Superiores Profissionais) em Vila Nova de Foz Côa (Gestão de Alojamento Turístico), Mêda (Riscos de Proteção Civil), Sabugal (Energias Renováveis e Eficiência Energética) e Trancoso (Cibersegurança; Manutenção e Reparação Automóvel; e Artes Culinárias e Produção Alimentar).
A Universidade Politécnica da Guarda foi criada a 1 de agosto, no âmbito da recente reforma legislativa promulgada pela Lei n.º 32/2026, de 20 de julho.
Esta transformação insere-se na reforma do ensino superior decorrente da Lei n.º 16/2023, de 10 de abril, que alterou a Lei Básica do Sistema Educativo e o Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES); o que permite que os institutos politécnicos acreditados a nível institucional adotem a designação «Universidade Politécnica», reforçando assim a identidade e o valor do subsistema politécnico.









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