Durante uma visita ao local, Pinto Luz enfatizou aos jornalistas “a velocidade e a violência das águas”, que ele descreveu como “uma situação absolutamente anormal”.
“Hoje [12 de fevereiro], temos 15 caminhões com aterro para reforçar a brecha que apareceu. Amanhã de manhã, chegarão mais camiões para reforçar com aterro”, disse Pinto Luz, citado
pela RTP Notícias.O uso de aterros rochosos, blocos de rocha compactados, “é a única coisa que podemos fazer até que as águas baixem”, admitiu o ministro.
Pinto Luz disse ainda que a fissura, na direção norte-sul, “poderia se espalhar” para a outra direção.
O funcionário acrescentou que “até que a água recue, nenhuma intervenção fundamental pode ser feita”.
“Certamente levará semanas para que essa infraestrutura volte a funcionar para o povo português”, disse Pinto Luz.
“O Governo está totalmente comprometido com esta solução. Mobilizamos todos os nossos recursos e não sairemos daqui até conseguirmos, com todas as nossas equipes, colocar o A1 de volta em funcionamento”, garantiu o ministro
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