De acordo com dados divulgados pela Usina de Processamento de Mel de Castelo Branco, “em 2025 houve uma queda significativa na produção, consequência de condições climáticas adversas e incêndios rurais, que causaram perdas consideráveis e, em alguns casos, perdas totais de rebanhos de abelhas”.
A Fábrica de Processamento de Mel, administrada pela Meltagus — Associação dos Apicultores do Parque Natural do Tejo Internacional, atingiu o pico de produção em 2024, com 71 toneladas de mel extraídas e 15 toneladas de cera.
Na safra de 2025, foram extraídos 59 lotes de mel, dos quais 27 pertenciam a apicultores da região de Castelo Branco, totalizando 44 toneladas.
Durante o mesmo período, a planta de processamento de mel registrou a secagem e triagem de 2.800 kg de pólen, um valor anual recorde, e a moldagem de oito toneladas de cera.
Os dados foram divulgados durante a abertura oficial da campanha de extração de 2026, que também marcou o 22º aniversário de Meltagus.









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