Faltando dois meses e meio para a apresentação da nova proposta de Orçamento do Estado, um estudo mostrou que os portugueses gostariam de ver o documento aprovado para evitar novas eleições.

No momento, as intenções de voto do Chega e do PS, os dois principais partidos da oposição, ainda são desconhecidas. Atualmente, os portugueses estão optando pela estabilidade política, com mais da metade dos entrevistados mencionando que a oposição deve aprovar o documento apresentado pelo governo da Aliança Democrática (

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De acordo com um estudo da Intercampus divulgado pela Negócios, em parceria com o Correio da Manhã, CMTV e NOW. Os dados foram avaliados pelo termômetro Intercampus, divulgado pelo Negócios, em parceria com o Correio da Manhã, CMTV e NOW. Na pesquisa, 50,8% dos entrevistados acreditam que os partidos da oposição devem apoiar o Orçamento da União para 2027. No entanto, uma minoria de 22% ainda acredita que o documento deve ser rejeitado. Os demais entrevistados não sabiam ou preferiram não responder a essa pergunta

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Quando questionado sobre qual dos dois principais partidos da oposição apoiaria o Orçamento do Estado, embora as respostas tenham sido bastante semelhantes, há uma maior inclinação para a aprovação do Chega.

A

incerteza permanece

Os planos ainda estão muito indefinidos na frente política e, nas últimas semanas, José Luís Carneiro, secretário-geral do PS, afirmou que ainda não tomou uma decisão sobre o Orçamento do Estado para 2027. Ele também admitiu que votar contra continua sendo uma possibilidade, embora não tenha citado a defesa da Constituição, a manutenção das pensões e o reforço do investimento em saúde como razões

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Atualmente, o cenário político em Portugal tem vindo a mudar, com o Chega a distanciar-se cada vez mais das propostas do Governo, como se viu no seu voto contra a Lei do Trabalho proposta pelo Governo.

Evitando eleições

O estudo também mostra que os portugueses optam pela estabilidade governamental se o Orçamento for rejeitado. No total, 65,1% dos entrevistados argumentaram que o governo deveria propor um novo documento se o Parlamento rejeitar a proposta inicial. Por outro lado, 20,4% dos entrevistados mencionaram que a rejeição do Orçamento do Estado de 2027 deveria resultar em eleições legislativas antecipadas

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