Assinado pelo Secretário de Estado da Gestão da Saúde Francisco Pinheiro Catalão, o despacho instrui a Administração Central do Sistema de Saúde a preparar e apresentar uma proposta devidamente fundamentada para estudar e preparar o lançamento de uma PPP abrangendo o projeto, planejamento, construção, financiamento, conservação e manutenção do novo hospital.
Salienta que a PPP abrangerá apenas a componente de infraestrutura do novo hospital, “excluindo expressamente a gestão do hospital e a prestação de cuidados de saúde, que permanecerão na responsabilidade da Unidade Local de Saúde de Barcelos/Esposende”.
Investimento multimilionário
Em dezembro de 2025, a Câmara Municipal de Barcelos concluiu formalmente a compra do terreno para o novo hospital por
€4 milhões.Conforme anunciado na época, o novo hospital, que também servirá Esposende, deverá representar um investimento de €200 milhões.
Instalações hospitalares
O hospital terá uma área total de construção de mais de 25.000 metros quadrados, com 218 leitos de internação, 30 salas de consulta ambulatorial, seis salas de cirurgia e duas salas adicionais em reserva, 11 estações hospitalares diurnas e um departamento de diagnóstico por imagem equipado com instalações de ressonância magnética (MRI), tomografia computadorizada (TC),
raio-X e ultrassom.O futuro hospital oferecerá uma ampla gama de especialidades médicas e cirúrgicas, incluindo Medicina Interna, Pediatria, Cardiologia, Medicina Respiratória, Psiquiatria, Cirurgia Geral, Ginecologia, Ortopedia, Oftalmologia e Urologia, entre outras.
Instalações dedicadas para treinamento, pesquisa e inovação tecnológica também estão planejadas, particularmente nas áreas de monitoramento remoto de pacientes e atendimento domiciliar.
Projeto de longa data
O novo hospital tem sido uma ambição de longa data, mas o projeto enfrentou anos
de atrasos.Em 2007, o Governo e a Câmara Municipal de Barcelos assinaram um acordo para construir um novo hospital na cidade.
O projeto do hospital foi posteriormente apresentado publicamente pelo então Secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro.
No entanto, o projeto nunca progrediu além da fase de planejamento.








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