O Ministério do Clima, da Energia e do Ambiente anunciou a proibição da criação e da posse de ursos para obtenção de bílis e da extração da mesma, com efeitos a partir de 1 de janeiro de 2026. A popularidade desta prática diminuiu devido a dúvidas sobre os efeitos medicinais, a alternativas mais baratas e a uma maior consciencialização sobre a crueldade contra os animais.
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A prática controversa envolvia a criação de ursos para que a bílis pudesse ser retirada das suas vesículas biliares para usos tradicionais. Cerca de 200 ursos permanecem nas fazendas enquanto continuam as disputas sobre a compensação para os agricultores que entregam seus animais.








