A legislação baseia-se num cessar-fogo anunciado em maio passado, altura em que o grupo se comprometeu a depor as armas. Esta medida abre caminho para que os antigos militantes possam beneficiar de penas suspensas e representa mais um passo no sentido de pôr fim a este longo conflito.

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A nova lei exige o desarmamento total do PKK e foi apoiada por mais de 80 por cento dos legisladores, apesar da oposição política. O PKK, considerado uma organização terrorista pelo Reino Unido, pela UE e pelos EUA, iniciou a sua insurreição em 1984. O conflito já custou cerca de 40 000 vidas, na sua maioria curdas, na Turquia, no Iraque e na Síria. Desde então, o grupo tem-se orientado para a reivindicação de maiores direitos para os curdos.