A lei se aplica se o animal de estimação viveu a maior parte de sua vida com o casal, e os juízes podem determinar os arranjos de moradia e dividir os custos de manutenção se nenhum acordo for alcançado. A medida se alinha às tendências internacionais em que os sistemas legais estão começando a reconhecer o bem-estar animal no direito da família
.Créditos: Unsplash; Autor: Krista Mangulsone;

Os legisladores dizem que a mudança reflete laços emocionais mais fortes, com animais de estimação cada vez mais vistos como membros da família. O Brasil tem cerca de 160 milhões de animais de estimação, destacando a escala de possíveis disputas. A custódia compartilhada é excluída em casos que envolvam antecedentes criminais ou risco de violência doméstica
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