Vhils é considerado um dos artistas mais proeminentes das últimas décadas, com um estilo de escultura distinto que caracteriza sua arte, unindo técnica e ação social, muitas vezes apresentando rostos de pessoas que enfrentam pressões econômicas ou sociais desafiadoras.

A exposição reúne mais de 70 edições limitadas (algumas fontes mencionam mais de 70, outras em torno de 73 a 75), cobrindo serigrafias, gravuras, trabalhos em papel e outras peças experimentais que traduzem sua linguagem urbana em formatos mais íntimos adequados para galerias e coleções. Ele traça como seu estilo visual evoluiu dos primeiros trabalhos de estêncil e impressão para peças complexas de mídia mista que ecoam

suas paredes em grande escala.

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Uma ideia fundamental do programa é que a “edição” não é apenas uma ferramenta de reprodução, mas uma parte central de sua prática artística: uma forma de testar materiais, colaborar e explorar temas em um ambiente mais controlado do que a rua.

Você já visitou o MUDE para ver Vhils? Que tipo de trabalho mais lhe interessaria lá?