A Greenpeace acolheu favoravelmente a medida, argumentando que a dependência dos combustíveis fósseis deixa os países vulneráveis a conflitos internacionais. A decisão surge num momento em que os decisores políticos continuam a debater a segurança energética e a política energética a longo prazo.

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Embora alguns políticos tenham apelado a um aumento da perfuração no Mar do Norte, os dados sugerem que uma produção interna adicional não reduziria as contas de energia das famílias. Os cientistas climáticos têm alertado repetidamente contra a aprovação de novos projetos de petróleo e gás, argumentando que estes são incompatíveis com os objetivos climáticos a longo prazo.