De acordo com as Estatísticas da Construção e da Habitação de 2025, verificou-se também um aumento de 5,4% no número de novos contratos de arrendamento celebrados, em comparação com o ano anterior.

As rendas ultrapassaram a média nacional na Grande Lisboa (14,19 €/m²), na Região Autónoma da Madeira (11,33 €/m²), na Península de Setúbal (11,05 €/m²), no Algarve (10,53 €/m²) e na Área Metropolitana do Porto (10,17 €/m²).

A Grande Lisboa representou mais de um quarto dos novos contratos de arrendamento (41 593), e quase metade do total nacional (44,8%) concentrou-se na Grande Lisboa e na Área Metropolitana do Porto.

Seguiram-se a Península de Setúbal (7,3 %) e o Algarve (5,6 %), com os números mais elevados de contratos de arrendamento.

O valor mais baixo entre as sub-regiões nacionais em 2025 foi de 813 novos contratos de arrendamento, assinados no Alto Tâmega e Barroso.

Dos 308 municípios, 36 registaram rendas acima da média nacional em 2025. Lisboa (16,88 €/m²), Cascais (16,20 €/m²) e Oeiras (15,03 €/m²) — todas na Grande Lisboa — destacaram-se como os três municípios com rendas superiores a 15 €/m².

A renda mediana dos novos contratos de arrendamento em 2025 foi superior à mediana nacional em todos os municípios da Grande Lisboa e da Península de Setúbal, o que sublinha a concentração de rendas mais elevadas nestas zonas.