Esculpida por Vítor Bastos e inaugurada em 1867, a estátua homenageia o ícone literário por excelência de Portugal, o poeta épico que imortalizou a era dos descobrimentos marítimos da nação em «Os Lusíadas».
À volta da base do pedestal, figuras de bronze mais pequenas de intelectuais históricos proeminentes, incluindo Fernão Lopes, Gil Vicente e Pedro Nunes, prestam homenagem ao legado mais vasto da cultura e da ciência portuguesas. O monumento funciona como um ponto de referência urbano essencial, atraindo tanto moradores locais como viajantes, que se reúnem em torno dos seus degraus de pedra, no meio do zumbido constante dos elétricos e das conversas nos cafés.
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Há várias gerações que esta praça tem servido como principal ponto de encontro no centro de Lisboa. A própria estátua ergue-se como uma lembrança permanente do poder das palavras, lançando um olhar vigilante sobre as ruas que continuam a honrar o seu legado literário.

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