Christian Brueckner é, atualmente, o principal suspeito do desaparecimento de Madeleine McCann, ocorrido a 3 de maio de 2007, na Praia da Luz, no Algarve. Numa entrevista ao «Mail on Sunday», Brueckner revela que se encontrava a 150 metros do apartamento onde Maddie e os seus irmãos dormiam, a vender drogas.
O suspeito acrescenta ainda que tinha estado em Espanha, de onde trouxe cannabis para Portugal. Brueckner revela também que, enquanto vendia a droga, foi abordado pela polícia três vezes, uma vez que esta já andava à procura da criança.
O suspeito terá ainda afirmado que guardava a droga na sua carrinha, tendo dito ao «Mail on Sunday» que foi uma sorte a polícia no local não ter encontrado a sua carrinha. Afirmou que, assim que reparou na presença policial, abandonou a Praia da Luz o mais depressa possível.
Motivo do silêncio
Segundo ele, o suspeito não revelou publicamente esta versão sobre o seu paradeiro porque acreditava que a polícia o responsabilizaria pelo desaparecimento de Madeleine McCann. Assim, o alemão afirmou que não tinha nada a ver com o desaparecimento da criança e que estava lá apenas para vender drogas.
O suspeito terá também afirmado que desejava que Maddie McCann reaparecesse viva, pois acreditava que isso dissiparia todas as suspeitas levantadas contra ele. Brueckner acrescentou ainda ao «Mail on Sunday» que as suspeitas contra ele foram inventadas.
Apesar disso, Brueckner acredita que, se Maddie continuar desaparecida, continuará a ser o principal suspeito.
Desaparecimento de Madeleine McCann
Christian Brueckner é suspeito do rapto e do alegado homicídio de Madeleine McCann, que desapareceu a 3 de maio de 2007, na Praia da Luz.
A criança de 4 anos encontrava-se no Ocean Club, a dormir com os irmãos, enquanto os pais jantavam num restaurante nas proximidades com o seu grupo de amigos, quando, durante uma visita ao quarto, a mãe, Kate McCann, terá dado conta do desaparecimento da sua filha mais velha.
O desaparecimento de Madeleine McCann tornou-se um dos casos mais divulgados em Portugal, e os seus pais foram também considerados suspeitos na alegada morte acidental da filha.









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