A decisão foi tomada por unanimidade pelo conselho de administração do CCB, presidido por Nuno Vassallo e Silva, com base no reconhecimento da “qualidade e visão estratégica apresentada na candidatura” para o cargo proposto por Serge Rangoni, que terá início em 2 de fevereiro de 2026, para um mandato de quatro anos, segundo o comunicado.

Na escolha da diretora e gestora cultural, que substituirá a programadora artística Aida Tavares, “a vasta experiência de Serge Rangoni como diretor artístico e gestor cultural, adquirida tanto no Teatro Liège quanto no Museu Grand-Hornu de Arte Contemporânea em Mons”, também pesou muito, acrescenta o comunicado.