Conforme noticiado pela SIC Notícias, o voo TP217, operado por um Airbus A321LR, partiu de Lisboa às 12h17 antes de desviar para o Aeroporto das Lajes, na Ilha Terceira, por precaução.
De acordo com a companhia aérea, a aeronave fez a parada não programada para permitir que os técnicos avaliassem uma falha técnica.
A TAP sublinhou que o desvio foi realizado puramente como medida de segurança e que o voo seguiria para Boston, Estados Unidos, assim que as inspeções necessárias fossem concluídas.
A transportadora não divulgou a natureza do problema técnico ou se os passageiros foram obrigados a desembarcar enquanto a aeronave era submetida a verificações.
Ocorrência semelhante
O incidente segue uma ocorrência semelhante no sábado, 1 de agosto, envolvendo outro serviço da TAP.
O voo TP067, que partiu de Lisboa para Curitiba, Brasil, retornou ao Aeroporto Humberto Delgado logo após a decolagem, depois que a tripulação relatou um problema técnico separado.
Na época, a TAP disse que a aeronave aterrissou com segurança e sem incidentes, acrescentando que os passageiros retomariam sua viagem assim que as condições operacionais permitissem.
Sistemas de segurança
Embora os desvios técnicos sejam relativamente incomuns, especialistas em aviação observam que as aeronaves comerciais são projetadas com vários sistemas de segurança que permitem que as tripulações desviem ou retornem a um aeroporto sempre que um possível problema mecânico é detectado. Esses pousos preventivos fazem parte dos procedimentos padrão de segurança da aviação internacional e não indicam necessariamente uma falha grave
.De acordo com informações publicadas pela ANA — Aeroportos de Portugal e pela Autoridade de Aviação Civil Portuguesa (ANAC), as companhias aéreas que operam em Portugal são obrigadas a cumprir os rigorosos regulamentos de segurança da aviação da União Europeia, com as tripulações de voo instruídas a priorizar a segurança dos passageiros sempre que surjam anomalias técnicas.
Os desvios consecutivos ocorrem durante um dos períodos mais movimentados da temporada de viagens de verão, quando os aeroportos portugueses experimentam um número significativamente maior de passageiros.
Apesar das interrupções, a TAP afirmou que ambas as aeronaves aterrissaram com segurança e que a segurança dos passageiros continuou sendo sua maior prioridade durante os dois incidentes.








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