É impulsionado pelo crescente interesse de investidores internacionais de alto nível. Entre as várias nacionalidades ativas nesse ecossistema de luxo, os compradores brasileiros ocuparam o centro das atenções ao longo de 2025. Eles representaram um volume total de investimento de €65,8 milhões

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De acordo com dados da Porta da Frente Christie's International Real Estate, o valor médio da transação para esses clientes foi de €1,4 milhão. O negócio mais significativo do ano foi uma casa unifamiliar em Cascais, vendida por 8 milhões de euros

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João Cília, CEO da Porta da Frente Christie's, diz que esses indicadores demonstram a forte confiança da comunidade empresarial brasileira nos mercados de capitais e nos ativos imobiliários de Portugal.

Ele diz que a demanda é alimentada por fatores estruturais. Isso inclui estabilidade socioeconômica, altos padrões de segurança e qualidade de vida em Portugal

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Atualmente, há uma tendência de maior sofisticação nas demandas dos clientes. Os clientes buscam cada vez mais propriedades altamente diferenciadas. Eles são caracterizados por privacidade, proporções generosas e localizações exclusivas, especialmente no segmento de residências isoladas

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Em termos de geografia, a Linha de Cascais e Lisboa são os principais centros.

Eles representam 67% de todas as consultas e intenções de compra. Cascais e Estoril são as principais preferências, seguidas pelas Avenidas Novas e pelo Parque das Nações, em Lisboa

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Em desempenho comercial, Lisboa liderou no número de transações concluídas. No entanto, Cascais liderou em volume financeiro total. Canalizou 27,7 milhões de euros, cerca de 42% do volume total,

de investidores brasileiros.

Uma análise tipológica revela uma dinâmica de mercado duplo. Os apartamentos são o produto mais procurado entre os brasileiros, representando 64% de todos os juros. O foco está em unidades de dois e três quartos, com um preço médio de €1,17 milhão

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As casas unifamiliares são os ativos de maior valor neste segmento de luxo, com um preço médio de €2,47 milhões, o dobro dos apartamentos.

A agência destaca que atrair clientes de alto patrimônio líquido depende de fortes redes e parcerias transatlânticas. As referências diretas e os fatores de confiança continuam ditando os negócios

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