O programa proporcionará aos trabalhadores elegíveis até 12 semanas de licença remunerada para dar à luz, problemas graves de saúde ou cuidar de familiares. Espera-se que esteja operacional até 2028 e seja financiado por empregadores e funcionários

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A legislação também inclui até quatro semanas de “licença segura” para sobreviventes de violência doméstica, agressão sexual ou assédio. Embora os defensores digam que a medida proporcionará segurança financeira em períodos difíceis, os críticos argumentam que ela pode aumentar os custos das empresas. A lei federal garante licença médica não remunerada para alguns trabalhadores, mas não exige que os empregadores forneçam licença remunerada

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